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Gerenciando a redução dos custosPara o moderno gerenciamento de custos bom senso não é suficiente

Em tempos de alta competitividade e demanda em queda, num ambiente de concorrência global, a redução dos custos através da eficiência na gestão dos processos vem se tornando fator de sucesso e sobrevivência das empresas em todo o mundo.


Gerenciar o custo através da gestão dos processos, alinhando-o com a cadeia de produção e integrando-a a todas as áreas da empresa num processo único são os principais desafios da indústria no século XXI.
 
Os custos de uma empresa podem sempre ser reduzidos substancialmente. Geralmente as pessoas que operam uma empresa não têm idéias precisas de quanto e como estes custos podem ser reduzidos pelo simples fato de não conhecerem bem a sua natureza.

Com a abertura comercial, houve uma verdadeira corrida à redução de custos, pois produtos importados de melhor qualidade e menor preço deixam muitas empresas em situação difícil. Nesta corrida a redução de pessoal tem sido uma das ações gerenciais mais utilizadas. Excessos nesta área muitas vezes ocorrem.

Outra ação muito comum, é a redução de custos evidentes, como renegociação de contratos, estoques, xerox, planos de saúde, tickets refeição, cafezinho etc..
 
Sem dúvidas, muitas empresas foram salvas com iniciativas desta natureza.

Passada esta fase, entramos em outra onde a redução de custos requer mais conhecimento. Existem métodos e técnicas específicas de redução de custos que as pessoas precisam utilizar.
O "bom senso" apenas não é mais suficiente!
Neste contexto, o conhecimento e a tecnologia são fatores chaves que podem ajudar as empresas nesta nova realidade.

Custos importantes escondidos em vendas, às vezes brilhantes, porem mal realizadas. Muitas vezes, baseiam-se em custo de distribuição insustentável ou estoques desnecessários. Ainda são raras as empresas que calculam, ainda que aproximadamente, a rentabilidade de cada um de seus produtos. Não é raro encontrar empresas fazendo esforços de vendas de produtos deficitários e não competitivos ou então em canais ou clientes deficitários.  A área de distribuição e vendas pode ser um grande potencial de redução de custos.

Para alguns produtos o projeto é de vital importância na determinação de seu custo. Um projeto certo é aquele que contém as características exatas requeridas pelo consumidor, nem mais, nem menos. Não é raro encontrar produtos com requisitos incompatíveis com o mercado almejado, seja pelos excessos seja pelas faltas.  Bons projetos do passado deixam de sê-lo porque novas tecnologias foram criadas que viabilizam projetos mais simples e de custo operacional menor.   

A área de fabricação, se detalhadamente observada, geralmente mostra possibilidades de ganhos significativos. Um dos problemas é o de manutenção dos equipamentos de produção. Os custos de manutenção são, quase sempre, elevados. Geralmente os responsáveis do setor não gostam que meçam a situação real do desempenho destes equipamentos.

Ainda é substancial nas empresas o retrabalho e a inspeção 100%. Refugos intermediários da ordem de 5% a 10% em linhas de produção ainda são encontrados. Geralmente são relatados apenas os dados de inspeção final e estes são muito baixos (pois todo o refugo já foi desviado antes da inspeção final).

Custos relativos a problemas de qualidade do produto ao longo de sua fabricação ainda podem ser bem elevados e nem sempre fáceis de resolver. Muitas vezes os problemas têm muito a ver com a consciência do pessoal.
Muito importante a consciência de cadeia de produção e o esforço conjunto para a redução de custos.

O capital empregado também tem sido olhado com certa displicência. Quando se analisa a utilização do capital empregado nas empresas encontram-se bens que poderiam ter sido vendidos há longo tempo, melhorando substancialmente a rentabilidade do capital empregado. Em alguns casos, a terceirização, quando olhada sob o aspecto de redução do capital empregado, pode ser uma solução interessante com relevante crescimento do valor agregado pelo negócio.

As áreas administrativas e de serviços também podem conter custos significativos escondidos em produtos internos desnecessários (tais como relatórios e outros tipos de informação). Ainda se faz muita coisa que foi necessária no passado e que agora não mais o é e as pessoas continuam a fazê-lo. Outras vezes estes produtos internos são mais complexos que o necessário causando custos adicionais plenamente dispensáveis.

Para certos tipos de empresas a questão de escala é fundamental. Custos de vendas, gerais e administrativos geralmente são diluídos com uma escala maior e em alguns setores isto pode se vital.

Na análise de balanços de empresas, onde são retratados os esforços de redução de custos, constata-se que muitas empresas têm sido muito bem sucedidas neste sentido, mas ainda existe uma longa caminhada. Não se vislumbra um limite para a redução de custos. A  experiência tem mostrado que quanto mais as despesas desnecessárias são eliminadas, outros tipos de custos são percebidos e novos ataques realizados. Todavia, uma lei é sempre verdadeira: quanto mais se aprofunda na eliminação de custos, mais competência é necessária para a equipe.

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