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Reestruturação e Cultura Organizacional"Em casos de reestruturação a cultura organizacional pode funcionar como um facilitador"

 A contratação de um processo de reestruturação  objetiva:  aumento de eficácia,  melhora na gestão   e consequente melhora nos resultados a longo prazo. Este processo pode esbarrar na cultura da empresa que pode ter funcionado no passado, mas que devido ao seu crescimento e a mudanças no mercado, pode não estar totalmente funcional.

Cultura organizacional consiste em um conjunto de crenças, valores e suposições compartilhadas entre seus  membros que permeia a empresa de uma maneira sutil e  inconsciente e leva a normas comportamentais, ações, maneiras de inter-relacionar. Em muitas empresas ouvimos frases como: É assim que as coisas funcionam aqui. Ao não se questionar o porquê de as coisas funcionarem assim, a cultura pode se tornar disfuncional, e culturas disfuncionais ao longo do tempo influem negativamente no resultado da empresa.
A cultura organizacional surge muitas vezes derivada do estilo pessoal do fundador, ou de gestores que impõem valores e crenças, e que vão se solidificando por tradição sem serem questionadas. Valores, crenças e maneiras de relacionar que funcionaram no passado, podem não funcionar agora.  Forças culturais são poderosas por que atuam abaixo do nível da consciência, e podem gerar resistência a mudanças, conflitos, dificuldades na comunicação, falta de clareza e levar a ações ineficazes.
Num estudo em 40 empresas Kotter e Heskett (Corporate Culture and Performance, 2009) avaliaram a relação entre tipos de  cultura e variáveis de performance, para empiricamente confirmar ou refutar teorias de cultura organizacional, chegando às seguintes conclusões:

  • Empresas com culturas fortes de alinhamento estratégico, lealdade, de estrutura e controles sem muita burocracia tendem a ter resultados superiores, desde que a visão e a estratégia estejam corretas.
  • Empresas com culturas cujos valores se encaixam estrategicamente às necessidades de mercado onde atuam tendem a ter resultados superiores.
  • Empresas com culturas adaptativas que valorizam clientes, colaboradores, acionistas e que tem valores de confiança, pro atividade, integridade, clareza nas comunicações, colaborativas, orientadas para solução, e liderança para mudanças necessárias, tendem a ter resultados superiores.
  • Empresas com culturas mal adaptativas que são burocráticas, reativas, com comunicação não fluida, arrogantes, e resistentes à mudança, com gestores que se preocupam mais com seus interesses próprios, tendem a ter resultados inferiores, correndo o risco de extinção.

Casos de reestruturação ou gestão temporária envolvem situações de redução de lucros, perda de mercado, sucessão, ausência repentina do fundador, ou fusão. Em todas estas situações, a cultura organizacional pode tanto funcionar como um obstáculo ou como um facilitador de mudança. Em caso de necessidade de transformação de cultura, é fundamental que haja uma liderança de transformação para adequar valores subjacentes não funcionais para valores adaptativos à nova situação da empresa.
O desenvolvimento de competências relacionadas aos valores citados em culturas adaptativas tais como pro atividade, clareza na comunicação, orientação para a solução, e orientação para o cliente é um dos fatores de sucesso em mudanças culturais, mas o fator primordial é a competência em liderança da alta gerencia.
É ela que vai tomar a iniciativa de diagnosticar necessidades de mudança nos valores e crenças, e implantar as competências necessárias para a nova cultura, adaptável ao ambiente presente e futuro de negócios. Isto implica não só em gestão eficiente, mas também em restabelecer a visão do negócio, estabelecer e implantar estratégias para atingir a visão, assim como obter comprometimento dos membros da organização para implantação destas estratégias. Uma liderança capacitada e persistente vai conseguindo os primeiros resultados positivos e com isto pode levar toda a empresa para um circulo virtuoso de sucesso.
Para tanto é fundamental que tanto na contratação da nova liderança como na capacitação de lideranças existentes, haja uma conscientização da necessidade de ajustar valores para o contexto do mercado assim como para adaptá-los em ambientes de continua mudança.
Além de contratação e capacitação do corpo diretivo, um programa de coach para a liderança e para os membros em funções gerenciais pode auxiliar a empresa a espalhar os valores e competências requeridos na organização.

Marco Ho,é Engenheiro de Produção pela Escola Politécnica da USP com Mestrado em Finanças pela California State University. Tem formação em Psicodinamica pelo Instituto Sedes Sapentiae, Wellness Counseling pelo Institute of Transpersonal Psychology, Energy Healing pela Barbara Brennan School of Healing e Executive Coach pelo Integrated Coaching Institute.

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